quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Vivência Holística da Gravidez e Parto - Dezembro - Sintra C/ Carla Silveira


 
Vivência   Holística da Gravidez e Parto
Preparação para o Nascimento
 
5/6 e 19/20 de Dezembro
Sintra

 

Acreditamos que existem outras formas de olhar para a chegada de um novo Ser, de vivenciar a gravidez e de experienciar o parto de forma transformadora e verdadeiramente empoderadora.

Neste encontro de preparação para o nascimento, abordamos todos estes temas numa perspectiva holística, à luz da humanização do parto e nascimento, apoiados por evidências cientificas.

Procuramos ajudar a mulher a resgatar a sua essência, encontrando-se a si, ao seu bebé, à sua família como protagonistas do parto.

Recuperamos a confiança na natureza que sempre nos mostrou a capacidade inata que todas as mulheres têm de gerar, dar à luz e nutrir os seus filhos.

 
Programa do Encontro

A GRAVIDEZ
• Mudanças e Descoberta
• Alívio natural de pequenos desconfortos
• Cuidados naturais durante a gestação
• Nutrição
• Aspectos psicológicos e emocionais: relacionamentos, novos papeis.


O PARTO
• Anatomia e Fisiologia do parto
• Sinais da chegada da hora do parto
• Parto natural e parto com intervenção
• Epidural e as alternativas naturais para o alivio da dor
• O circulo medo/tensão/dor vs confiança/entrega/amor
• Plano de Parto – recomendações da Organização Mundial de Saúde
• A mulher e o bebé protagonistas do parto
• O papel da Doula
• O acompanhante de parto


PÓS-PARTO E AMAMENTAÇÃO
• Desconfortos do pós-parto
• Recuperação abdominal e perineal
• Aspectos psicológicos e emocionais inerentes ao parto e pós-parto
• Importância da amamentação
• Técnicas para lidar com os problemas mais comuns da amamentação
• Cuidados naturais no pós-parto e amamentação.

CUIDADOS COM O BEBÉ
• Preparativos para a chegada do bebé
• Cuidados de higiene
• Olhar, Sentir, Escutar, Tocar
• Dar lugar à intuição
 

Neste encontro, associamos os conteúdos teóricos, a técnicas de yoga (posturas físicas, exercícios de respiração), técnicas de relaxamento, meditação, dança, expressão plástica e massagem para a mãe e para o bebé
Este encontro pode e deve ser frequentado pelo pai ou por um acompanhante da escolha da mãe, para que no parto possa assumir uma postura de maior confiança dentro da ajuda que pode dar à mãe e ao bebé, com mais ferramentas, conteúdos teóricos e uma percepção renovada do seu papel durante o parto.
 

Valores de participação:
150,00 € (casal)
120,00€ (individual)
 
 
Datas e Horários:
5 Dez (Sáb) - 9h30 às 13h30
6 Dez (Dom) - 9h30 às 13h30 e das 15h00 às 19h00
19 Dez (Sáb) - 9h30 às 13h30 e das 15h00 às 19h00
20 Dez (Dom) - 9h30 às 13h30
 
 
Inscrições e outras informações:
968 221 869
 
 
Orientadora: Carla Silveira
Mãe da Maria
Professora de Yoga, orienta aulas de yoga com adultos, grávidas e mães em pós-parto.
Doula da Associação Doulas de Portugal.
Educadora Perinatal formada pelo GAMA (Grupo de Apoio à Maternidade Activa) Membro da Humpar — Associação Portuguesa para a Humanização do Parto.
Terapeuta (reiki e massagem ayurvédica) 

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Movimento "Nascer Melhor"

O Movimento "Nascer Melhor" teve origem numa reunião realizada em Viana do Castelo, a 14 de Março de 2009, envolvendo representantes dos vários sectores da sociedade portuguesa ligados ao momento do parto, incluindo médicos obstetras, médicos de família, enfermeiros especialistas de saúde materna e obstétrica, mães, psicólogos, jornalistas, associações profissionais, de consumidores, doulas, professores das faculdades de medicina e das escolas superiores de enfermagem.
O grupo sublinhou a excelência dos actuais indicadores de saúde nacionais associados aos cuidados de saúde na área perinatal, mas apontou a existência de práticas exageradamente intervencionistas e medicalizadas durante o trabalho de parto nas situações de baixo risco. Estabeleceu como princípios orientadores das práticas: o maior respeito pela fisiologia do parto na gravidez de baixo risco; a menor utilização de intervenções que carecem de fundamento científico e/ou têm como único motivo a conveniência; a criação de um ambiente de respeito, dignidade e carinho pela parturiente/acompanhante durante o parto; a promoção de alojamento conjunto mãe/recém-nascido, salvo em condições excepcionais de necessidade de cuidados que não possam ser prestados no local; o proporcionar acompanhamento contínuo da grávida por pessoa(s) escolhida(s) por esta, mesmo durante a cesariana; a maior integração da família no acontecimento, nomeadamente através de visitas à mãe e ao recém-nascido logo após o parto.
O objectivo desta reunião foi reflectir sobre as práticas actualmente em vigor na assistência ao parto e propor outros olhares/orientações sobre o futuro que estas devem tomar no contexto nacional.
Decorrente do panorama nacional e internacional vivenciado nesta área e tendo em conta os direitos do cidadão relativos à saúde , o grupo sentiu necessidade de elaborar um documento de consenso sobre os 10 princípios essenciais a considerar no estabelecimento de estratégias futuras para os cuidados de saúde nesta área
- Os 10 Princípios de Viana:

1. Todas as grávidas e acompanhantes têm o direito de ser tratadas com respeito e dignidade, independentemente das suas convicções e opções.

2. O trabalho de parto de início espontâneo que culmina num parto eutócico (parto vaginal sem intervenções) e decorre entre as 37 e as 42 semanas, é actualmente a forma mais segura de nascimento.

3. O recurso ao parto induzido (provocado artificialmente) e à cesariana sem qualquer motivo de saúde, mas apenas por conveniência dos envolvidos, está associado a maiores riscos e é considerado pela comunidade científica internacional como uma prática injustificada...

4. O parto é um processo natural que, na maioria dos casos, apenas necessita da vigilância e apoio por profissionais de saúde. Nos casos de baixo risco estes deverão, preferencialmente, ser prestados por um enfermeiro especialista de saúde materna e obstétrica/parteira.

5. Existem casos, mesmo considerados de baixo risco, em que são necessárias intervenções de saúde para evitar complicações graves decorrentes do parto. É fundamental o acesso rápido e a existência de protocolos de transferência para cuidados de saúde diferenciados, de forma a garantir cuidados seguros no parto.

6. Promover um ambiente carinhoso, em que é permitido à grávida expressar a sua forma de ser e de vivenciar esse momento único e tão importante da sua vida, bem como ver respeitada a sua privacidade e conforto, são aspectos essenciais dos cuidados intraparto.

7. A evidência científica actual não apoia como intervenções de rotina nas parturientes de baixo risco: a tricotomia perineal (corte dos pêlos púbicos); a utilização sistemática de clisteres; a utilização sistemática de soros , ocitocina e a amniotomia (rotura artificial da bolsa de águas) no trabalho de parto; a restrição da alimentação líquida; a restrição dos movimentos; a restrição da posição do parto; a episiotomia sistemática (corte lateral dos tecidos da vagina na altura do nascimento); a aspiração sistemática das vias respiratórias no recém-nascido, que nasce com boa vitalidade.

8. A evidência científica actual aconselha como opções benéficas durante o parto nas parturientes de baixo risco: a arquitectura não-hospitalar das salas de parto, o apoio contínuo durante o trabalho de parto, a possibilidade de banho de imersão ou chuveiro durante a fase de dilatação.

9. As grávidas têm direito a receber informações completas, correctas e não tendenciosas, baseadas na melhor evidência científica disponível sobre riscos, benefícios e alternativas disponíveis para os cuidados de saúde, de forma a tomarem uma decisão informada e, se entenderem, mudarem de opinião em relação às suas escolhas. A avaliação e divulgação dos principais indicadores estatísticos associados ao parto por cada instituição de saúde necessita de ser fomentada.

10. O parto é um evento familiar, onde a possibilidade da grávida poder escolher a presença permanente de elementos próximos e de poder contactar precocemente com a restante família são aspectos essenciais para a vivência do momento.


O grupo decidiu divulgar estes princípios a toda a sociedade, de forma a avaliar os apoios que lhe seriam concedidos tendo em vista uma posterior divulgação junto das entidades com responsabilidades directas nos estabelecimentos de saúde portugueses. Se estiver de acordo com estes princípios, por favor subscreva este documento, juntando os seus dados à lista de apoiantes.

sábado, 14 de Novembro de 2009

Meditação para casais grávidos

Dirigida pela Doula Catarina Pardal
Com Visualização Criativa do Parto
Quarta-feira dia 18 de Novembro ás 18h30m em Sintra.
Entrada por donativos.
Inscrições: catarinapardal@sapo.pt
telm:919267844

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Formação de doulas - datas alteradas

A Próxima Formação de Doulas terá lugar dias 13 a 15 e dias 27 a 29 de Novembro
no Hotel Alambique d'Ouro no Fundão
http://www.hotelalambique.com/

Para últimas inscrições contactar doulasdeportugal@yahoo.com
Vagas limitadas
Possibilidade de preços acessíveis para as formandas no Hotel.

Encontro Nacional de Doulas

As doulas da Associação vão-se encontrar amanhã dia 17, para um encontro de partilha onde irão debater alguns temas, como por exemplo, o seu papel à luz do cenário de nascimento português.
Sintra às 10h

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Aula de Parto

Na próxima 4ª feira dia 21, das 18h30m ás 20h em Sintra, com a Doula Catarina Pardal

Programa:

- Métodos não médicos para alivio do desconforto das contracções
- Posições favoráveis para o Trabalho de Parto
- Posições favoráveis para o Expulsivo
- A “importância” da respiração
- Como o pai/acompanhante pode ajudar


Contribuição livre ( cada um dá o que quer )
Inscrições e mais informações catarinapardal@sapo.pt

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Parto em Casa em Portugal

"(...)E quem são os casais que decidem optar por um parto em casa?
Na maioria das vezes, são pessoas altamente informadas, que fizeram as suas escolhas baseadas em evidências cientificas, baseadas nos inúmeros estudos disponíveis, completamente cientes das suas escolhas e da responsabilidade que as mesmas acarretam.
Há casais para quem a escolha por um parto em casa é a coisa mais natural do mundo, e esbatem contra uma sociedade fechada e inquisidora, sem qualquer apoio por parte dos profissionais de saúde.
Vêm-se muitas vezes quase como “clandestinos” sem grande opção de escolha e a serem forçados esconder a sua opção dos familiares e dos prestadores de cuidados de saúde.
Há outros ainda para quem o parto em casa é uma segunda escolha, e esses preocupam-me bastante, pela falta de apoio que sentem: há casais que elaboram planos de parto, que procuram um parto desmedicalizado e onde o pai da criança possa estar permanentemente durante todo o parto. Há mulheres que querem parir em ambiente hospitalar, mas sem serem submetidas a uma série de intervenções à partida desnecessárias.
Há mulheres que querem parir em ambiente hospitalar sem serem constantemente assediadas para levarem uma epidural, há mulheres que gostariam de ver resguardada a sua privacidade num momento tão importante como o nascimento de um filho, e preferem parir num quarto sossegado de um hospital, em vez de num bloco de partos.
Todas estas pessoas se vêm imediatamente desmoralizadas com as respostas que obtêm dos hospitais públicos e privados e muitas delas optam por um parto em casa, não porque fosse essa a sua escolha inicial, mas porque não lhes foi dada outra opção, face à rigidez dos protocolos hospitalares.
E isso, obviamente não é desejável.

Seja em casa, seja no hospital, um parto nunca é isento de riscos.
Seja em casa, seja no hospital, um parto deve ser atendido por profissionais devidamente treinados para o efeito.
Seja em casa, seja no hospital, a dor no parto é uma variável a ter em conta e deve ser abordada com a individualidade que lhe é característica: há mulheres que sofrem horrores durante o parto e outras para quem parir é um autêntico acto de prazer – e isso tanto pode acontecer em casa como no hospital.
Seja em casa ou no hospital, um parto é seguro e possível, quando a mulher está informada acerca das suas responsabilidades e da fisiologia do parto.
(...)
Porque escolher um parto em casa não é um acto de leviandade e de ignorância do factor “segurança” como tanta opinião pública quer fazer crer. É na maioria das vezes uma escolha ponderada, pensada, e cheia de responsabilidade, que merece no mínimo ser ouvida e compreendida".

Um excelente texto que suscita uma boa e importante reflexão, pela doula Rita Correia.
Para ler na íntegra aqui.

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Curso de preparação para o nascimento...

... de um bebé, de uma mãe, de um pai… de uma família, com a Doula Catarina Pardal
Começa dia 9 de Setembro em Sintra, são 9 encontros de 2 horas ás 4ª feiras pelas 18.30 para grávidas e seus acompanhantes em qualquer semana de gestação.



Fotografia pessoal de Catarina Pardal

1º Encontro
O que é uma Doula
A Humanização do Parto
Visionamento reportagem TVI - "As donas do parto"
O Desenvolvimento Da Gravidez
Visionamento do filme "Vida no ventre"

2º Encontro
A Fisiologia do Parto
Visionamento do filme "Parir e Nascer"

3º Encontro
Rotinas e Protocolos no Parto
As Evidencias Cientificas
A Importância do Plano de Parto
Visionamento do filme "The business of being born"

4º Encontro
Métodos não médicos para alivio do desconforto das contracções
Posições favoráveis ao Trabalho de Parto
Posições favoráveis ao expulsivo
A “importância” da respiração
Como o pai pode ajudar
Visionamento do filme "Le premier cri"

5º Encontro
A mala para a maternidade
O Pós-Parto
A amamentação
A recuperação do perineo
Cuidados com o recém-nascido (o banho, a muda da fralda, etc)
Visionamento do filme "What Babies Want"

6º Encontro
'Belly Painting'
Meditação
Visionamento do filme "Birth as we know it"

7º Encontro
Barriga de Gesso
Visionamento do filme "Parto Orgásmico"

8º Encontro ( individual )
( Depois das 40 semanas )
Massagem de relaxamento


9º Encontro
( Depois do bebé nascer )
Conversa sobre o parto
Tirar duvidas
(amamentação, etc)


Será entregue uma "bola de parto" e uma sebenta
Valor: 50 euros no 1ª, no 4ª e no 7ª encontro, 25 euros pagos no 9º encontro
Total 175 euros ou 150 euros se pago de uma só vez ( este valor é dividido pelo numero de inscritos, por exemplo, se tivermos 2 inscrições em vez de 150 euros pagam 75 euros, acresce apenas o valor do material )


Oferta do curso de Massagem Infantil - APROVEITEM!!!
( depois do bebé nascer )
Mais informações catarinapardal@sapo.pt