Obrigada a todas que telefonaram ou escreveram, a perguntar pela entrevista! A entrevista com a jornalista da Revista Xis, correu muito bem e sairá provavelmente daqui a 15 dias. A jornalista Ana Gomes interessou-se bastante pela nossa causa e fez-nos sentir em casa. Um muito obrigada para ela também!
domingo, 17 de outubro de 2004
sexta-feira, 15 de outubro de 2004
A Doula e o parto hospitalar
Quando se deseja um parto no hospital a doula acompanha sempre a mãe, desde o momento em que esta avisa a doula de que o parto se iniciou até duas horas depois do bebé ter nascido. A doula fica com a mãe em casa para se certificar que está tudo bem com mãe e bebé, acompanhando a mãe nas primeiras fases do parto. A doula protege a mãe de estímulos exteriores, criando um ambiente calmo, de pouca luz, de segurança e privacidade. Quando a mãe se aproxima da segunda fase do parto, a doula acompanha ambos os pais ao hospital e fica com eles. Normalmente apenas um acompanhante é permitido no hospital e muitas vezes a mãe pede para ficar com a doula.
Porque é que isto acontece?
O pai normalmente fica um pouco nervoso, o que é natural, pois ama a sua companheira e não sabe muito bem se é normal ou não tudo o que esta está a passar. A doula conhece por experiência o comportamento da parturiente e está calma, acalmando naturalmente a mãe. Diplomaticamente, a doula deve pedir ao pessoal hospitalar para mudar a mãe de posição, ou sugerir menos intervenções, indo munida de estudos científicos que comprovem os seus pedidos (ver artigo cesarianas e o CTG).
Cada hospital tem as suas regras e estas não costumam ser muito flexíveis. A doula só deverá deixar a mãe quando tem a certeza de que esta se encontra bem.
Porque é que isto acontece?
O pai normalmente fica um pouco nervoso, o que é natural, pois ama a sua companheira e não sabe muito bem se é normal ou não tudo o que esta está a passar. A doula conhece por experiência o comportamento da parturiente e está calma, acalmando naturalmente a mãe. Diplomaticamente, a doula deve pedir ao pessoal hospitalar para mudar a mãe de posição, ou sugerir menos intervenções, indo munida de estudos científicos que comprovem os seus pedidos (ver artigo cesarianas e o CTG).
Cada hospital tem as suas regras e estas não costumam ser muito flexíveis. A doula só deverá deixar a mãe quando tem a certeza de que esta se encontra bem.
quinta-feira, 14 de outubro de 2004
Como é possivel evitar uma episiotomia?
A melhor forma de evitar uma episiotomia é procurar em Portugal um hospital que não a faça rotineiramente. O que pode ser uma busca árdua. Mas é provável que se encontre.
Como evitar demasiada pressão no períneo para não rasgar?
Primeiro, não estar deitada, e muito menos de costas.
Segundo, esperar-se que o período expulsivo faça o seu trabalho.
Terceiro, umas compressas mornas aplicadas no períneo, fazem maravilhas, até no alívio daquele ardor típico de quando o bebé coroa.
Porque é que se rasga?
Porque normalmente não se tem paciência para esperar pelo bebé, e muito poucas vezes, raras até, porque o bebé é demasiado grande. A episiotomia deveria ser deixada para casos de emergência, já que não há evidências científicas que provem o seu benefício em todos os outros casos. Uma posição como a de cócoras ou de quatro (mãos e joelhos no chão) ajudam naturalmente à expulsão, sem pressão no períneo.
Paciência costuma resultar em muita coisa na vida. Esta é só mais uma. Já vi bebés com 4.900kg nascerem sem episiotomias nem rasgos!
Como evitar demasiada pressão no períneo para não rasgar?
Primeiro, não estar deitada, e muito menos de costas.
Segundo, esperar-se que o período expulsivo faça o seu trabalho.
Terceiro, umas compressas mornas aplicadas no períneo, fazem maravilhas, até no alívio daquele ardor típico de quando o bebé coroa.
Porque é que se rasga?
Porque normalmente não se tem paciência para esperar pelo bebé, e muito poucas vezes, raras até, porque o bebé é demasiado grande. A episiotomia deveria ser deixada para casos de emergência, já que não há evidências científicas que provem o seu benefício em todos os outros casos. Uma posição como a de cócoras ou de quatro (mãos e joelhos no chão) ajudam naturalmente à expulsão, sem pressão no períneo.
Paciência costuma resultar em muita coisa na vida. Esta é só mais uma. Já vi bebés com 4.900kg nascerem sem episiotomias nem rasgos!
terça-feira, 12 de outubro de 2004
Vejam lá este site brasileiro - episiotomias!
As episiotomias (corte vaginal feito para que o bebé posso nascer mais rapidamente) são feitas na maior parte dos hospitais em mães que dão à luz o seu primeiro filho. Não há evidências científicas que provem que a episiotomia melhore o resultado do parto, sendo a maioria das vezes, desnecessária. Vejam só o poder inventivo das brasileiras em: http://www.xoepisio.blogger.com.br
segunda-feira, 11 de outubro de 2004
Parabéns à Waleska
No dia 9 de Outubro às 22h e 45 minutos nasceu o Enzo, de um parto vaginal depois de cesariana, no conforto e segurança do lar. Um lindo menino, desperto e curioso, de uma mãe cheia de força que esteve sempre muito bem durante o looongo parto. Parabéns ao pai e ao irmão Caio também. Que a vossa vida seja repleta de harmonia e felicidade. Muita obrigada por tudo. Luisa
quarta-feira, 6 de outubro de 2004
Anorexia Nervosa e a forma como nascemos
Um estudo encontrou uma relação entre o uso de fórceps, ou ventosa, e a ocorrência de anorexia nervosa em raparigas. Para ler e pensar duas vezes:
http://www.birthworks.org/primalhealth/databank.phtml?study=262
http://www.birthworks.org/primalhealth/databank.phtml?study=262
terça-feira, 5 de outubro de 2004
Porque é que há uma procura tão grande por doulas?
A mulher durante o trabalho de parto necessita de se sentir segura. Precisa do tipo de segurança que é habitualmento dado por uma mãe. Mas por muitas razões especiais dos tempos em que vivemos, nem sempre é possível ter a presença de uma mãe por perto, e o pai do bebé também não se pode tornar numa figura maternal (isto é, para a mãe). É por isto que as doulas são precisas.
Michel Odent in Paramanadoula
Michel Odent in Paramanadoula
segunda-feira, 4 de outubro de 2004
O que é uma doula?
Uma doula é uma mulher que está com a mãe durante o trabalho de parto, que lhe presta cuidados não médicos, ou seja apoio emocional, físico, informativo e que defende os interesses da mãe, em particular as suas decisões tomadas conscientemente e informadamente. No hospital, a doula torna-se ainda mais importante pois aí o pessoal médico não tem disponibilidade para prestar assistência personalizada, devido à grande sobrecarga de trabalho, e o pai muitas vezes não se sente verdadeiramente confortável por estar ao lado da mãe, nem sabe como ajudar e pode pôr a mãe mais nervosa. As doulas trazem assim benefícios para todas as partes envolvidas. As doulas também podem prestar cuidados pós-parto, por exemplo cozinhando uma refeição, fazendo pequenas tarefas domésticas que permitam à mãe passar mais e melhor tempo com o seu bebé nos primeiros dias. Há doulas que se especializam só no parto ou só no pós-parto. Não é necessária formação específica, mas sim uma busca constante de informação actualizada e fidedigna. A formação vem antes de mais da própria experiência da maternidade, de um forte sentido feminino e de uma real vocação para ajudar outras mulheres. No entanto há programas de formação que inclusive oferecem certificação e isso pode constituir uma critério de qualidade para algumas mulheres que procurem este serviço. O mais importante será, sobretudo, o estabelecimento de uma relação de confiança entre a mãe e a doula durante a gravidez, de sentirem que há uma sintonia e um bem estar quando estão juntas pois esse sentimento de segurança é essencial para uma mulher em trabalho de parto.
Ainda assim, uma doula é mais do que isto. É alguém que conhece e compreende a fisiologia do parto, e que portanto respeita e tenta assegurar as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto (privacidade, sentimento de segurança, luz baixa e pouca utilização de linguagem). O aspecto mais importante para o bom desenrolar do parto é a não estimulação do neocortex. O parto é um processo fisiológico comandado pela parte primitiva do nosso cérebro, que segrega um cocktail de hormonas que induzem as contracções uterinas, analgesizam naturalmente a dor e preparam o bebé para nascer. Entramos num estado alterado de consciência. Quanto maior for a actividade do nosso cérebro intelectual, o neocortex, menos eficaz será o funcionamento do cérebro primitivo. Há mulheres extremamente racionais, que querem ter um parto natural mas depois não conseguem libertar-se de tentar controlar racionalmente o fenómeno, tentar saber a dilatação que têm a cada momento etc. Isso é prejudicial. Algumas pessoas falam nas doulas como alguém que está lá sempre ao lado, a falar, a dar força, a dizer tu és capaz... como se fosse um "treinador". Mas isso é o oposto do que se pretende. A doula deve essencialmente proteger a mulher da estimulação ambiental e confiar que o seu corpo vai fazer o trabalho bem feito. Toda a mulher sabe parir, mas no meio do barulho desta sociedade moderna podemos precisar de o redescobrir.
Carla Guiomar
Ainda assim, uma doula é mais do que isto. É alguém que conhece e compreende a fisiologia do parto, e que portanto respeita e tenta assegurar as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto (privacidade, sentimento de segurança, luz baixa e pouca utilização de linguagem). O aspecto mais importante para o bom desenrolar do parto é a não estimulação do neocortex. O parto é um processo fisiológico comandado pela parte primitiva do nosso cérebro, que segrega um cocktail de hormonas que induzem as contracções uterinas, analgesizam naturalmente a dor e preparam o bebé para nascer. Entramos num estado alterado de consciência. Quanto maior for a actividade do nosso cérebro intelectual, o neocortex, menos eficaz será o funcionamento do cérebro primitivo. Há mulheres extremamente racionais, que querem ter um parto natural mas depois não conseguem libertar-se de tentar controlar racionalmente o fenómeno, tentar saber a dilatação que têm a cada momento etc. Isso é prejudicial. Algumas pessoas falam nas doulas como alguém que está lá sempre ao lado, a falar, a dar força, a dizer tu és capaz... como se fosse um "treinador". Mas isso é o oposto do que se pretende. A doula deve essencialmente proteger a mulher da estimulação ambiental e confiar que o seu corpo vai fazer o trabalho bem feito. Toda a mulher sabe parir, mas no meio do barulho desta sociedade moderna podemos precisar de o redescobrir.
Carla Guiomar
domingo, 3 de outubro de 2004
Para as colegas, um e-book grátis
Podem encontrar em http://www.maternitywise.org/guide/ o e-book "A Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth", um dos melhores tratados sobre tudo o que se sabe acerca de recentes estudos na gravidez e nascimento.
Cesarianas
Para quem já teve uma cesariana, ou realmente precisa de uma, ou acha que é o melhor(!!!) para si, podem navegar em http://www.ican-online.org/ ou então
http://www.eheart.com/cesarean/topics.html
e para quem deseja um parto vaginal depois de uma cesariana, http://www.vbac.com
Como recuperar de uma cesariana com dicas holísticas e médicas, http://www.birthrites.org/
http://www.eheart.com/cesarean/topics.html
e para quem deseja um parto vaginal depois de uma cesariana, http://www.vbac.com
Como recuperar de uma cesariana com dicas holísticas e médicas, http://www.birthrites.org/
sexta-feira, 1 de outubro de 2004
Quais são as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto?
Durante o trabalho de parto, o órgão mais activo é o cérebro primitivo (hipotálamo e glândula pituitária) que segrega um "cocktail" complexo de hormonas, entre elas a oxitocina, que conduzem o processo fisiológico.
Há uma redução drástica na actividade da parte "nova" do cérebro -o neocortex- a parte que é mais solicitada em estados de alerta, de consciencialização do mundo em redor e da comunicação e vida social. É uma parte do cérebro que está muito desenvolvida nos seres humanos, mas que durante o parto é essencial que se recolha aos bastidores, para que haja boa progressão no parto, já que liberta hormonas (da família da adrenalina) antagonistas da oxitocina, impedindo o normal desenrolar do parto.
Desta forma é essencial protejer a mulher em trabalho de parto da estimulação do neocortex.
Tendo este objectivo em mente, é fácil compreender as necessidades básicas da mulher durante o parto:
1- O silêncio - visto que a linguagem é um forte estimulante do neocortex
2- Luz fraca - as luzes fortes dos hospitais são um outro estimulante
3- Privacidade - é importante não se sentir observada ou monitorizada constantemente
4- Segurança - Se a mãe se sente insegura por desconhecer o ambiente ou as pessoas que a rodeiam, o parto tem tendência a demorar-se
5- Conforto térmico -Devem evitar-se extremos de temperaturas, sobretudo o frio, que estimula a produção de adrenalina
Facilmente se constata que estas cinco necessidades básicas não são respeitadas no ambiente hospitalar. Aliás, muitas das práticas de rotina dos hospitais não se baseiam em evidências cientificas e só podem ser compreendidas num contexto histórico. Isto aplica-se ao uso rotineiro do CTG (ver artigo cesarianas - sabia que...), ao uso rotineiro das episiotomias e á posição deitada em que a maioria das mulheres é sujeita durante a dilatação.
Num parto em casa, habitualmente , estas necessidades básicas são respeitadas, resultando num melhor progresso do parto e numa maior satisfação da mãe e saúde do bebé.
Mais informação em "The Farmer and the Obstetrician" Michel Odent, Free Association Books http://www.michelodent.com
Há uma redução drástica na actividade da parte "nova" do cérebro -o neocortex- a parte que é mais solicitada em estados de alerta, de consciencialização do mundo em redor e da comunicação e vida social. É uma parte do cérebro que está muito desenvolvida nos seres humanos, mas que durante o parto é essencial que se recolha aos bastidores, para que haja boa progressão no parto, já que liberta hormonas (da família da adrenalina) antagonistas da oxitocina, impedindo o normal desenrolar do parto.
Desta forma é essencial protejer a mulher em trabalho de parto da estimulação do neocortex.
Tendo este objectivo em mente, é fácil compreender as necessidades básicas da mulher durante o parto:
1- O silêncio - visto que a linguagem é um forte estimulante do neocortex
2- Luz fraca - as luzes fortes dos hospitais são um outro estimulante
3- Privacidade - é importante não se sentir observada ou monitorizada constantemente
4- Segurança - Se a mãe se sente insegura por desconhecer o ambiente ou as pessoas que a rodeiam, o parto tem tendência a demorar-se
5- Conforto térmico -Devem evitar-se extremos de temperaturas, sobretudo o frio, que estimula a produção de adrenalina
Facilmente se constata que estas cinco necessidades básicas não são respeitadas no ambiente hospitalar. Aliás, muitas das práticas de rotina dos hospitais não se baseiam em evidências cientificas e só podem ser compreendidas num contexto histórico. Isto aplica-se ao uso rotineiro do CTG (ver artigo cesarianas - sabia que...), ao uso rotineiro das episiotomias e á posição deitada em que a maioria das mulheres é sujeita durante a dilatação.
Num parto em casa, habitualmente , estas necessidades básicas são respeitadas, resultando num melhor progresso do parto e numa maior satisfação da mãe e saúde do bebé.
Mais informação em "The Farmer and the Obstetrician" Michel Odent, Free Association Books http://www.michelodent.com
quinta-feira, 30 de setembro de 2004
Cesarianas - Sabia que...
Sabia que existe um estudo científico (de Thacker, Stroup e Chang) que demonstrou que o único (!) efeito da utilização contínua do CTG durante a fase da dilatação, é o aumento da taxa de cesarianas? Vá a http://www.update-software.com/abstracts/AB000063.htm
Também quero ser uma doula!
As Doulas de Portugal vão iniciar cursos de formação intensivos em 2005 com base nos ensinamentos do Dr. Michel Odent (http://www.michelodent.com) e da doula LilianaLammers (http://www.paramanadoula.com). Mais informações através de doulasdeportugal@yahoo.com ou de doulasdeportugal@hotmail.com
No curso abordamos a fisiologia do parto, nutrição, práticas hospitalares, o trabalho da doula, primeiros socorros em obstetrícia e muitos mais.
No curso abordamos a fisiologia do parto, nutrição, práticas hospitalares, o trabalho da doula, primeiros socorros em obstetrícia e muitos mais.
Que serviços oferecem?
Oferecemos a preparação para o parto (apenas em Évora por enquanto) com acompanhamento personalizado, visitas ao domicílio no pós-parto e apoio durante todo o trabalho de parto.
Se desejar um parto em casa estamos disponíveis para encontrar uma parteira que agrade aos pais sem encargos adicionais da nossa parte.
Em caso de parto hospitalar ajudamos a mãe a tomar a decisão de quando se dirigir para o hospital de forma a que não vá cedo demais (o que acontece a maior parte das vezes, sem a presença de uma doula), ou que não chegue tarde demais (quando não existem complicações, é o ideal, dadas as condições que temos no nosso país). A última decisão é sempre da mãe. Temos também uma linha de atendimento a funcionar 24h por dia, para responder a questões ou paraesclarecer a mãe em qualquer dúvida.
Se desejar um parto em casa estamos disponíveis para encontrar uma parteira que agrade aos pais sem encargos adicionais da nossa parte.
Em caso de parto hospitalar ajudamos a mãe a tomar a decisão de quando se dirigir para o hospital de forma a que não vá cedo demais (o que acontece a maior parte das vezes, sem a presença de uma doula), ou que não chegue tarde demais (quando não existem complicações, é o ideal, dadas as condições que temos no nosso país). A última decisão é sempre da mãe. Temos também uma linha de atendimento a funcionar 24h por dia, para responder a questões ou paraesclarecer a mãe em qualquer dúvida.
Moradas úteis na net
http://www.michelodent.com
http://paramanadoula.com
http://birthworks.org/primalhealth e tens acesso a estudos sobre gravidez, parto e primeiro ano de vida do bebé
http://update-software.com/cochrane e clica em pregnancy and chilbirth para estudos recentes
http://bmj.com e clica em pubmed-medline para mais estudos
http://paramanadoula.com
http://birthworks.org/primalhealth e tens acesso a estudos sobre gravidez, parto e primeiro ano de vida do bebé
http://update-software.com/cochrane e clica em pregnancy and chilbirth para estudos recentes
http://bmj.com e clica em pubmed-medline para mais estudos
A doula e a mãe
É muito importante que a doula estabeleça uma relação de confiança com a mãe, antes do parto, que pode ser construída em alguns encontros consoante o desejo da grávida.
Uma doula faz-se de três aspectos assenciais. A experiência da maternidade, uma vocação, e a procura contínua de de informação fidedigna.
A doula está ao lado da mãe, promovendo a sua auto-confiança, defendendo as suas decisões informadas e conscientes. A doula também presta serviços no pós-parto.
Vários estudos comprovam os benefícios da presença de uma doula durante o trabalho de parto, diminuindo significativamente o número de intervenções médicas desnecessárias e aumentando a satisfação das mulheres relativamente à sua experiência de parto.
Neste momento existem duas doulas com formação feita com o obstetra Michel Odent e a doula Liliana Lammers e que estão disponíveis para prestar serviços e dar formação em Portugal para outras mulheres interessadas nesta maravilhosa profissão.
Uma doula faz-se de três aspectos assenciais. A experiência da maternidade, uma vocação, e a procura contínua de de informação fidedigna.
A doula está ao lado da mãe, promovendo a sua auto-confiança, defendendo as suas decisões informadas e conscientes. A doula também presta serviços no pós-parto.
Vários estudos comprovam os benefícios da presença de uma doula durante o trabalho de parto, diminuindo significativamente o número de intervenções médicas desnecessárias e aumentando a satisfação das mulheres relativamente à sua experiência de parto.
Neste momento existem duas doulas com formação feita com o obstetra Michel Odent e a doula Liliana Lammers e que estão disponíveis para prestar serviços e dar formação em Portugal para outras mulheres interessadas nesta maravilhosa profissão.
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