O I Congresso Internacional de Humanização do Nascimento vai-se realizar nos dias 3, 4 e 5 de Novembro de 2006 no Instituto Jean Piaget, em Almada.
Mais informações em www.humpar.org
A não perder!
sábado, 26 de agosto de 2006
sexta-feira, 18 de agosto de 2006
Yoga para grávidas no Algarve
O Yoga é um sistema filosófico de Crescimento Pessoal que compreende o Ser Humano como um Universo completo e perfeito. Através das Asanas (confortáveis posturas estáticas e suaves sequências de movimentos fluídos), do Pranayama (técnicas de respiração que facilitam o fortalecimento da nossa energia), o canto de Mantras (sons sagrados), o Relaxamento, a Meditação Criativa e a Contemplação do Silêncio interior, aprofundamos o conhecimento acerca de nós mesmas.A gravidez e o parto são as experiências mais intensas das nossas vidas. Nós temos a capacidade de Dar a Vida, e a responsabilidade de nos prepararmos em aspectos fundamentais do nosso ser: físico, mental e espiritual, aprendendo a utilizar de maneira natural o nosso Pleno Potencial.
O Poder desta amorosa auto-observação reflecte-se no despertar de uma consciência superior, que permite à grávida entrar em contacto com o seu corpo e o bebé, de forma tranquila e enriquecedora. A comunicação e a construção do vínculo afectivo precoce, são imensamente favorecidas, e asseguram as bases para a construção da psique do “pequeno ser” ainda dentro de útero.

Com a prática do Yoga recuperamos as ferramentas para aceder à Sabedoria Interior e viver a experiência da gravidez como uma oportunidade única para crescer! Os seus benefícios são, tanto preventivos como terapêuticos, oferecendo-nos uma poderosa sensação de equilíbrio, calma e autocontrolo:
Melhora a circulação sanguínea, ajuda a prevenir varizes e diminuir a retenção de líquidos;
Ajuda a controlar o excesso de peso, estimulando hábitos diários mais saudáveis;
Facilita a consciência das emoções e os seus efeitos no nosso “universo de a dois”;
Melhora a qualidade do sono;
Favorece eficazmente a flexibilidade e o fortalecimento da pelvis, peito e coluna.
Promove o desenvolvimento de recursos internos para a compreensão e uma saudável adaptação às mudanças que vão surgindo;
Estimula novas visões acerca do processo de nascimento, da dor que o acompanha e a reconstrução interna da “nova mulher”, respeitando e honrando a sua natureza.
... porque cada uma de nós tem o direito de sentir-se saudável, feliz e sagrada!
com amor.
Um agradecimento à Inês, ao Filipe e à Violeta pela cedência das imagens.
Contactos:
Rita de Sousa
Instrutora de Yoga Integral e Lic. em Terapia Ocupacional, formada na Argentina.
Aulas em Faro e proximidades. Para saber mais, 91 470 6942.
quinta-feira, 27 de julho de 2006
Nova Formação para Doulas

O processo de formação para novas doulas vai-se iniciar em Setembro,
com a formação de três dias (18h), em Lisboa (15 a 17 de Setembro).
Para inscrições, devem enviar um mail com os dados pessoais, morada e profissão para doulasdeportugal@yahoo.com
As inscrições são limitadas.
Foto de Anabela Oliveira
sexta-feira, 21 de julho de 2006
Amamentação e leite materno como analgesia do recém-nascido
Uma revisão da Cochrane de 11 estudos chegou à conclusão de que a amamentação e o leite materno são intervenções eficazes na redução da dor em recém-nascidos. Os autores recomedam que sempre que possível, a amamentação e o leite materno sejam dados como analgesia a recém-nascidos que passem por procedimentos dolorosos.
Procurar por:
Shah PS, Aliwalas LL, Shah V. Breastfeeding or breast milk for procedural pain in neonates. The Cochrane Database of Systematic Reviews 2006; Issue 3. [abstract]
Procurar por:
Shah PS, Aliwalas LL, Shah V. Breastfeeding or breast milk for procedural pain in neonates. The Cochrane Database of Systematic Reviews 2006; Issue 3. [abstract]
quarta-feira, 12 de julho de 2006
Desde o Nascimento até ao Renascimento (“Rebirthing”)
O Renascimento, ou “Rebirthing”, é uma técnica holística, que integra o físico, mental, emocional e espiritual, e que utiliza a respiração consciente como a fonte da consciência do indivíduo. Possibilita ao indivíduo a entrada no caminho para a cura e um profundo crescimento pessoal.
É uma forma de liberação de stress, de lutas e de memórias e padrões antigos, de condicionamentos e bloqueios, um caminho para maior segurança e energia no corpo, clareza na mente, cura emocional e integridade espiritual. É uma terapia que ajuda a abrir o coração, a integrar o passado e a criar relacionamentos mais amorosos no tempo presente.
Utilizando o poder da respiração, você acede a memórias antigas, limitações e sensações, resolvendo-as e integrando-as, enquanto canaliza energia positiva rumo a uma nova forma de viver a vida. Com esta terapia, você aprende acerca do seu “tipo de nascimento”, e de que forma este o afecta nas suas tomadas de decisão, libertando-o a escolher mais profundamente aquilo que realmente nutre a sua alma. Pode-se tornar consciente de que forma você se limita e fica encurralado em lutas.
E porque a vida começa com o nascimento, ou mais precisamente no momento da concepção, quando estamos no ventre materno, iniciamos uma jornada mental, espiritual e física, ao mesmo tempo em que absorvemos uma quantidade de informação emocional do ambiente que nos rodeia. É nesta fase que tomamos as nossas primeiras decisões acerca da nossa personalidade, da nossa vida, e das nossas relações.
No momento do nascimento, entramos no mundo e vivemos as primeiras experiências que vão determinar o nosso comportamento na vida e as nossas expectativas em relacionamentos futuros. Assim, para que possamos encontrar a nossa paz interior, podemos aprender das nossas experiências passadas, uma vez que não as podemos mudar.
Catarina Serrano Tropa, terapeuta renascedora certificada, membro do “Projecto Internacional de Auto-Estima” e da Associação Internacional de Renascimento, é uma das líderes do movimento de Renascimento em Portugal que ensina e treina qualquer pessoa com interesse em sentir a alegria de viver e adquirir um pouco mais consciência de si mesma. Você pode marcar a sua primeira sessão de Renascimento a partir de Setembro deste ano em Lisboa, e informar-se através dos contactos: catarina.tropa@sapo.pt ou para o telemóvel 93 632 0504.
É uma forma de liberação de stress, de lutas e de memórias e padrões antigos, de condicionamentos e bloqueios, um caminho para maior segurança e energia no corpo, clareza na mente, cura emocional e integridade espiritual. É uma terapia que ajuda a abrir o coração, a integrar o passado e a criar relacionamentos mais amorosos no tempo presente.
Utilizando o poder da respiração, você acede a memórias antigas, limitações e sensações, resolvendo-as e integrando-as, enquanto canaliza energia positiva rumo a uma nova forma de viver a vida. Com esta terapia, você aprende acerca do seu “tipo de nascimento”, e de que forma este o afecta nas suas tomadas de decisão, libertando-o a escolher mais profundamente aquilo que realmente nutre a sua alma. Pode-se tornar consciente de que forma você se limita e fica encurralado em lutas.
E porque a vida começa com o nascimento, ou mais precisamente no momento da concepção, quando estamos no ventre materno, iniciamos uma jornada mental, espiritual e física, ao mesmo tempo em que absorvemos uma quantidade de informação emocional do ambiente que nos rodeia. É nesta fase que tomamos as nossas primeiras decisões acerca da nossa personalidade, da nossa vida, e das nossas relações.
No momento do nascimento, entramos no mundo e vivemos as primeiras experiências que vão determinar o nosso comportamento na vida e as nossas expectativas em relacionamentos futuros. Assim, para que possamos encontrar a nossa paz interior, podemos aprender das nossas experiências passadas, uma vez que não as podemos mudar.
Catarina Serrano Tropa, terapeuta renascedora certificada, membro do “Projecto Internacional de Auto-Estima” e da Associação Internacional de Renascimento, é uma das líderes do movimento de Renascimento em Portugal que ensina e treina qualquer pessoa com interesse em sentir a alegria de viver e adquirir um pouco mais consciência de si mesma. Você pode marcar a sua primeira sessão de Renascimento a partir de Setembro deste ano em Lisboa, e informar-se através dos contactos: catarina.tropa@sapo.pt ou para o telemóvel 93 632 0504.
sexta-feira, 7 de julho de 2006
Muitos parabéns ao Michel Odent
Aqui ficam os nossos parabéns, hoje dia 7 de Julho, para o Michel, por mais um aniversário.
Que seja um dia muito agradável passado em família e que se repita por muitos mais anos!
Com um abraço de profunda amizade e agradecimento.
Que seja um dia muito agradável passado em família e que se repita por muitos mais anos!
Com um abraço de profunda amizade e agradecimento.
quarta-feira, 5 de julho de 2006
"Sociedade Cívil" recebe ADP na 2
A Associação Doulas de Portugal foi chamada, mais uma vez, a participar num programa de televisão, desta feita no programa da 2 (RTP2) "Sociedade Cívil".
Apesar de curta, uma participação cujo objectivo é a divulgação, é sempre bem-vinda!!
Assim, podem ver mais este pequeno passo, na próxima 3ª (11/07/06), no referido programa das 14h às 15h.
Sónia Sousa
Apesar de curta, uma participação cujo objectivo é a divulgação, é sempre bem-vinda!!
Assim, podem ver mais este pequeno passo, na próxima 3ª (11/07/06), no referido programa das 14h às 15h.
Sónia Sousa
sexta-feira, 30 de junho de 2006
O puerpério
Vamos considerar o puerpério como o período transitado pela mulher entre o nascimento do bebé e os dois primeiros anos de vida, apesar de que emocionalmente haja uma progressão evidente, entre o caos dos primeiros dias - pelo meio de um choro desesperado - e a capacidade de sair ao mundo com um bebé ao colo.
Para tentar submergirmos nos atalhos energéticos, emocionais e psicológicos do puerpério, penso ser necessário reconsiderar a duração real desta fase. Refiro-me ao facto de que os famosos 40 dias estipulados – já nem sabemos por quem, nem para quem -- têm que ver apenas com uma história moral proibitiva, para salvar a parturiente da necessidade sexual do homem/companheiro. Mas esse tempo cronológico não significa psicologicamente, um começo nem um final de nada.
A minha intenção – pela falta de um pensamento genuíno sobre o “eu” feminino na situação de parto, amamentação, criança e maternidade em geral - é desenvolver uma reflexão sobre o puerpério baseando-nos em situações que às vezes não são nem tão físicas, nem tão visíveis, nem tão concretas, mas que nem por isso são menos reais.
Vamos falar em definitivo do invisível, do sub mundo feminino, do oculto. Do que está para além do nosso controlo, para além da razão para a mente lógica. Tentaremos chegar à essência do lugar onde não há fronteiras, onde começa o terreno do místico, do mistério, da inspiração e a superação do ego. Para falar do puerpério, teremos que inventar palavras, ou outorgar-lhes um significado transcendental.
Para quem já passou por isso faz tempo, não dá vontade de recordar esse período tão desprestigiado, com reminiscências à tristeza, ao aperto e ao desencanto. Recordar o puerpério, equivale frequentemente a reordenar as imagens de um período confuso e sofredor, que engloba as ilusões, o parto tal como foi e não como tínhamos querido que fosse, dores e saudades, angústias e desesperos, o fim da inocência e o início de algo, que dói trazer outra vez à consciência.
Para começar a armar o puzzle do puerpério, é indispensável ter em conta que o ponto de partida é “o parto”, ou seja, a primeira grande “des-estruturação emocional”. Como descrevi no livro “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, para que o mesmo aconteça, necessitamos que o corpo físico da mãe se abra, para deixar passar o corpo do bebé permitindo um certo “rompimento”. Este “rompimento” corporal também se realiza num plano mais subtil, que corresponde à nossa estrutura emocional. Há “algo” que se quebra, ou que se “des-estrutura” para alcançar a passagem de “um ser dois”.
É uma pena que atravessemos a maioria dos partos com muito pouca consciência relativamente a este “rompimento físico e emocional”. Já que o parto é sobretudo um corte, uma quebra, uma greta, uma abertura forçada, igual a uma erupção vulcânica que geme desde as entranhas e que ao soltar as suas partes profundas destrói necessariamente a aparente solidez, criando uma estrutura renovada.
Depois da “erupção do vulcão” (o parto) as mulheres encontram-se com o tesouro escondido (um filho nos braços) e além disso com pedras insólitas que se desprendem como bolas de fogo ao infinito (os nossos “pedacinhos emocionais”, ou as nossas partes desconhecidas), e temendo destruir tudo aquilo que apenas tocamos. Os “pedacinhos emocionais” vão queimando o que encontram pelo seu caminho e nós olhamos aturdidas sem poder acreditar na potência de tudo o que vibra no nosso interior. Vão Incendiando e caindo no precipício, manifestando-se por vezes no corpo do bebé, como um prado de pasto húmido, aberto e receptivo.
São as nossas emoções ocultas, que abrem as suas asas sobre o seu fresco e suave corpo. Como um verdadeiro vulcão, o nosso fogo desliza pelos seus vales receptores. É a sombra, expulsada do corpo.
Atravessar um parto é preparar-se para a erupção do vulcão interno, e essa experiência é tão devastadora que requer muita preparação emocional, apoio, acompanhamento, amor, compreensão e coragem por parte da mulher e de quem a pretende assistir.
Apesar disso, poucas vezes as mulheres encontram o acompanhamento necessário para se introduzir imediatamente nessa ferida sangrante, aproveitando esse momento, como ponto de partida para conhecer a nossa estrutura emocional renovada (geralmente bastante maltratada, por certo) e decidir o que faremos com ela.
O facto é que, com consciência ou sem ela, despertas ou adormecidas, bem acompanhadas ou sozinhas, incineradas ou a salvo - o nascimento acontece.
Infelizmente hoje em dia consideramos o parto e o pós-parto, como uma situação puramente física e de domínio médico. Submetemos-nos a um trâmite que, com alguma manipulação (anestesia para que a parturiente não seja um obstáculo, drogas que permitem decidir quando e como programar a operação), e uma equipa de profissionais que trabalhem coordenados, possam salvar o bebé corporalmente e felicitar-se pelo triunfo da ciência. Esta modalidade está tão enraizada na nossa sociedade, que as mulheres nem sequer se questionam se foram actrizes do seu parto ou meras espectadoras. Se foi um acto íntimo, vivido desde a nossa mais profunda animalidade, ou se cumprimos aquilo que se esperava de nós. Se pudémos transpirar ao calor das nossas chamas ou se fomos retiradas da cena pessoal antes de tempo.
Na medida em que atravessamos situações essenciais de rompimento espiritual sem consciência, anestesiadas, adormecidas, infantilizadas e assustadas... ficaremos sem ferramentas emocionais para reordenar os nossos “pedacinhos em chamas”, sentindo e vivendo o parto como uma verdadeira passajem da alma. Frequentemente, iniciamos assim o puerpério: afastadas de nós mesmas.
Anteriormente descrevíamos a metáfora do vulcão em chamas, abrindo e quebrando o seu corpo, deixando ao descoberto a lava e as pedras. Analogamente, do ventre materno, surge o bebé real, e também o interior desconhecido dessa mãe, que aproveita o rompimento, para deslizar-se entre as gretas que ficaram abertas. Estes aspectos ocultos encontram uma oportunidade para sair do refúgio. A sombra ( ou seja, qualquer aspecto vital que cada mulher não reconhece como próprio, a causa da dor, o desconhecimento ou o medo), utiliza “esta quebra” para sair do seu esconderijo e apresentar-se triunfante à superfície.
O problema para a mãe recente, é que se encontra com o bebé real que chora, chama, mama, queixa-se e não dorme… e simultaneamente com a sua própria sombra, desconhecida, sem limites, nem definição.
Mas, com que aspectos da sua sombra se encontra ela mais concretamente?
Cada ser humano tem a sua história pessoal e os seus obstáculos a percorrer, pelo qual, só um trabalho profundo de introspecção, procura pessoal, encontro com dores antigas e coragem, poderá guiar-nos ao interior dessa mulher que sofre através do menino que chora.
O puerpério é uma abertura da alma. Um abismo. Uma iniciação, se estivermos dispostas a submergirmos nas águas do nosso “eu” desconhecido.
Laura Gutman
Autora Argentina de “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, “Puerperios y exploraciones del alma femenina” e “Crianza, violencias invisibles y adicciones”.
Tradução e adaptação de Luísa Condeço, autorizado pela autora. Revisão de Rita de Sousa. Junho de 2006.
Para tentar submergirmos nos atalhos energéticos, emocionais e psicológicos do puerpério, penso ser necessário reconsiderar a duração real desta fase. Refiro-me ao facto de que os famosos 40 dias estipulados – já nem sabemos por quem, nem para quem -- têm que ver apenas com uma história moral proibitiva, para salvar a parturiente da necessidade sexual do homem/companheiro. Mas esse tempo cronológico não significa psicologicamente, um começo nem um final de nada.
A minha intenção – pela falta de um pensamento genuíno sobre o “eu” feminino na situação de parto, amamentação, criança e maternidade em geral - é desenvolver uma reflexão sobre o puerpério baseando-nos em situações que às vezes não são nem tão físicas, nem tão visíveis, nem tão concretas, mas que nem por isso são menos reais.
Vamos falar em definitivo do invisível, do sub mundo feminino, do oculto. Do que está para além do nosso controlo, para além da razão para a mente lógica. Tentaremos chegar à essência do lugar onde não há fronteiras, onde começa o terreno do místico, do mistério, da inspiração e a superação do ego. Para falar do puerpério, teremos que inventar palavras, ou outorgar-lhes um significado transcendental.
Para quem já passou por isso faz tempo, não dá vontade de recordar esse período tão desprestigiado, com reminiscências à tristeza, ao aperto e ao desencanto. Recordar o puerpério, equivale frequentemente a reordenar as imagens de um período confuso e sofredor, que engloba as ilusões, o parto tal como foi e não como tínhamos querido que fosse, dores e saudades, angústias e desesperos, o fim da inocência e o início de algo, que dói trazer outra vez à consciência.
Para começar a armar o puzzle do puerpério, é indispensável ter em conta que o ponto de partida é “o parto”, ou seja, a primeira grande “des-estruturação emocional”. Como descrevi no livro “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, para que o mesmo aconteça, necessitamos que o corpo físico da mãe se abra, para deixar passar o corpo do bebé permitindo um certo “rompimento”. Este “rompimento” corporal também se realiza num plano mais subtil, que corresponde à nossa estrutura emocional. Há “algo” que se quebra, ou que se “des-estrutura” para alcançar a passagem de “um ser dois”.
É uma pena que atravessemos a maioria dos partos com muito pouca consciência relativamente a este “rompimento físico e emocional”. Já que o parto é sobretudo um corte, uma quebra, uma greta, uma abertura forçada, igual a uma erupção vulcânica que geme desde as entranhas e que ao soltar as suas partes profundas destrói necessariamente a aparente solidez, criando uma estrutura renovada.
Depois da “erupção do vulcão” (o parto) as mulheres encontram-se com o tesouro escondido (um filho nos braços) e além disso com pedras insólitas que se desprendem como bolas de fogo ao infinito (os nossos “pedacinhos emocionais”, ou as nossas partes desconhecidas), e temendo destruir tudo aquilo que apenas tocamos. Os “pedacinhos emocionais” vão queimando o que encontram pelo seu caminho e nós olhamos aturdidas sem poder acreditar na potência de tudo o que vibra no nosso interior. Vão Incendiando e caindo no precipício, manifestando-se por vezes no corpo do bebé, como um prado de pasto húmido, aberto e receptivo.
São as nossas emoções ocultas, que abrem as suas asas sobre o seu fresco e suave corpo. Como um verdadeiro vulcão, o nosso fogo desliza pelos seus vales receptores. É a sombra, expulsada do corpo.
Atravessar um parto é preparar-se para a erupção do vulcão interno, e essa experiência é tão devastadora que requer muita preparação emocional, apoio, acompanhamento, amor, compreensão e coragem por parte da mulher e de quem a pretende assistir.
Apesar disso, poucas vezes as mulheres encontram o acompanhamento necessário para se introduzir imediatamente nessa ferida sangrante, aproveitando esse momento, como ponto de partida para conhecer a nossa estrutura emocional renovada (geralmente bastante maltratada, por certo) e decidir o que faremos com ela.
O facto é que, com consciência ou sem ela, despertas ou adormecidas, bem acompanhadas ou sozinhas, incineradas ou a salvo - o nascimento acontece.
Infelizmente hoje em dia consideramos o parto e o pós-parto, como uma situação puramente física e de domínio médico. Submetemos-nos a um trâmite que, com alguma manipulação (anestesia para que a parturiente não seja um obstáculo, drogas que permitem decidir quando e como programar a operação), e uma equipa de profissionais que trabalhem coordenados, possam salvar o bebé corporalmente e felicitar-se pelo triunfo da ciência. Esta modalidade está tão enraizada na nossa sociedade, que as mulheres nem sequer se questionam se foram actrizes do seu parto ou meras espectadoras. Se foi um acto íntimo, vivido desde a nossa mais profunda animalidade, ou se cumprimos aquilo que se esperava de nós. Se pudémos transpirar ao calor das nossas chamas ou se fomos retiradas da cena pessoal antes de tempo.
Na medida em que atravessamos situações essenciais de rompimento espiritual sem consciência, anestesiadas, adormecidas, infantilizadas e assustadas... ficaremos sem ferramentas emocionais para reordenar os nossos “pedacinhos em chamas”, sentindo e vivendo o parto como uma verdadeira passajem da alma. Frequentemente, iniciamos assim o puerpério: afastadas de nós mesmas.
Anteriormente descrevíamos a metáfora do vulcão em chamas, abrindo e quebrando o seu corpo, deixando ao descoberto a lava e as pedras. Analogamente, do ventre materno, surge o bebé real, e também o interior desconhecido dessa mãe, que aproveita o rompimento, para deslizar-se entre as gretas que ficaram abertas. Estes aspectos ocultos encontram uma oportunidade para sair do refúgio. A sombra ( ou seja, qualquer aspecto vital que cada mulher não reconhece como próprio, a causa da dor, o desconhecimento ou o medo), utiliza “esta quebra” para sair do seu esconderijo e apresentar-se triunfante à superfície.
O problema para a mãe recente, é que se encontra com o bebé real que chora, chama, mama, queixa-se e não dorme… e simultaneamente com a sua própria sombra, desconhecida, sem limites, nem definição.
Mas, com que aspectos da sua sombra se encontra ela mais concretamente?
Cada ser humano tem a sua história pessoal e os seus obstáculos a percorrer, pelo qual, só um trabalho profundo de introspecção, procura pessoal, encontro com dores antigas e coragem, poderá guiar-nos ao interior dessa mulher que sofre através do menino que chora.
O puerpério é uma abertura da alma. Um abismo. Uma iniciação, se estivermos dispostas a submergirmos nas águas do nosso “eu” desconhecido.
Laura Gutman
Autora Argentina de “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, “Puerperios y exploraciones del alma femenina” e “Crianza, violencias invisibles y adicciones”.
Tradução e adaptação de Luísa Condeço, autorizado pela autora. Revisão de Rita de Sousa. Junho de 2006.
terça-feira, 27 de junho de 2006
Feira Alternativa de Lisboa

No passado fim de semana a Associação Doulas de Portugal esteve representada na Primeira Mostra de Modos de Vida Alternativos na Cordoaria Nacional.
Os três dias de feira foram recheados de visitas de gente conhecida e de novas caras, muitos contactos e conversa animada. A todos quantos nos visitaram, um muito obrigada, e a todas as doulas cuja dedicação e empenho tornaram isto possível, um abraço de profundo agradecimento.
quarta-feira, 21 de junho de 2006
Artigo sobre as Doulas de Portugal

No próximo Domingo, dia 25 de Junho, sai mais uma peça sobre o papel das doulas na Humanização do Nascimento em Portugal, na Notícias Magazine, encarte do Diário de Notícias e Jornal de Notícias.
Pela mão da Anabela Oliveira, a quem enviamos um abraço de profundo agradecimento pelo interesse na nossa causa!
terça-feira, 20 de junho de 2006
Primeira mostra de modos de vida alternativo
A Associação Doulas de Portugal estará presente na Feira LISBOA ALTERNATIVA 2006 - que pretende ser um espaço que oferecerá ao visitante as melhores escolhas nas novas áreas de conhecimento e práticas no âmbito da Alimentação Natural, Saúde, Ecologia, Desenvolvimento Pessoal.
A Feira terá lugar na Cordoaria Nacional, em Lisboa.
A feira decorrerá de 23 a 25 de Junho de 2006.
Venham fazer-nos uma visita!
A Feira terá lugar na Cordoaria Nacional, em Lisboa.
A feira decorrerá de 23 a 25 de Junho de 2006.
Venham fazer-nos uma visita!
sexta-feira, 16 de junho de 2006
Muitos parabéns
Muitos parabéns à Doula Ângela pelo nascimento da sua filha, omtem às 12h e 56m, de parto natural, depois de cesariana!
Um grande beijinho de felicidades para todos.
Um grande beijinho de felicidades para todos.
quarta-feira, 14 de junho de 2006
Palestra na Escola Superior de Saúde de Beja

No passado dia 7 de Junho a vice-presidente das Doulas de Portugal esteve na Escola Superior de Saúde de Beja para uma palestra sobre as Doulas na Humanização do Nascimento em Portugal.
A sala esteve repleta de gente, entre alunos, professores e profissionais de saúde, com um ambiente muito agradável de partilha e troca de experiências.
Fica aqui o agradecimento à Drª Lurdes Rodeia pelo convite e um abraço ao pessoal da escola e às parteiras do Hospital de Beja pelo interesse e entusiasmo!
endereço para contacto: doulasdeportugal@yahoo.com
sábado, 3 de junho de 2006
Muitos parabéns!!
Muitos parabéns à Isabel Cortes pelo nascimento da sua filha!
Fica um abraço muito apertado de admiração e felicidade!
Fica um abraço muito apertado de admiração e felicidade!
Parir em Espanha...até quando?
Espanha teme uma invasão de alentejanas em Badajoz, na sequência da entrada das grávidas de Elvas e Campo Maior.Em resultado da reacção dos políticos da Extremadura, as portuguesas, dentro de seis meses, poderão ficar impedidas de dar à luz em Espanha.
O conselheiro [membro do governo regional] da Saúde e Consumo, Guillermo Fernández Vara, comprometeu-se ontem, na Assembleia Regional de Mérida, a declarar sem efeito, a partir de 1 de Janeiro de 2007, o acordo para que as portuguesas dêem à luz em Badajoz, se nos próximos seis meses, ficar demonstrado que esta colaboração “pontual” prejudica os extremenhos. Ouvida pelo CM, fonte do Ministério da Saúde português lembra que “há um protocolo assinado e que Espanha tem de assumir os compromissos”.
A assistência às portuguesas é contestada na Extremadura. A deputada popular Leonor Nogales considera este serviço “preocupante” porque se abrirá a porta a “meio milhão de portugueses” [sic].Fernández Vara sustenta que a deslocação de portuguesas ocorrerá só em situações pontuais. E advertiu que “tem a obrigação de atender os vizinhos lusos por razões de urgência”.A Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARSA) reconhece que o acordo poderá ficar sem efeito. Contudo, as datas para o eventual fim do protocolo divergem: Fernández Vara diz que este “poderá ficar sem efeito a 1 de Janeiro”. Mário Simões, porta-voz da ARSA, precisa que “o protocolo tem a validade de um ano, sendo renovado automaticamente”.A ARSA desmente que o protocolo estabelecido com o Serviço Extremenho de Saúde abranja apenas situações pontuais e de urgência. “Ficou estabelecido que a parturiente poderá escolher ao mesmo nível entre Badajoz, Évora e Portalegre”.
Odete Neves, do Movimento Pró-Maternidade, diz que as declarações do conselheiro espanhol “só aumentam o clima de insegurança nas mulheres de Elvas”. No último ano nasceram em Elvas 262 crianças. Em Badajoz cerca de 2900, das quais 60 portuguesas. Apesar do bloco de partos ainda não ter encerrado, dentro de uma semana as grávidas de Elvas já terão de decidir entre Badajoz, Évora ou Portalegre.
Retirado do Correio da Manhã, 2 de Junho de 2006
Foto de Anabela Oliveira
sexta-feira, 2 de junho de 2006
Muitos Parabéns
Parabéns à Marta, pelo nascimento da sua filha Beatriz, na quarta-feira no HES de Évora.
Um beijinho da Luísa
Um beijinho da Luísa
terça-feira, 23 de maio de 2006
A amamentação selvagem
A maioria das mães que nos procura fá-lo por motivos de dificuldade na amamentação e estão preocupadas em saber como se fazem as coisas correctamente, em vez de procurar o silêncio interior, as raízes profundas, os vestígios de feminilidade e um apoio no marido/companheiro, na família ou na comunidade que favoreçam o encontro com a sua essência pessoal.
A amamentação genuína é manifestação dos nossos aspectos mais terrenos, selvagens, filogenéticos. Para dar de mamar deveríamos passar quase todo o tempo nuas, sem largar a nossa cria, imersas num tempo fora do tempo, sem intelecto nem elaboração de pensamentos, sem necessidade de nos defendermos de nada nem de ninguém, mas apenas e unicamente desaparecidas num espaço imaginário e invisível para os outros.
Isto é dar de mamar. É deixar aflorar os nossos recantos ancestralmente esquecidos ou negados, os nossos instintos animais que surgem, sem imaginar que habitavam no nosso interior. É deixar-se levar pela surpresa de vermos lamber os nossos bebés, de cheirar a frescura do seu sangue, de alternar entre um corpo e o outro, de converter-se em corpo e fluido dançantes.
Dar de mamar é despojar-se das mentiras que contámos a nós mesmas toda a vida sobre quem somos ou quem deveríamos ser. É estar descontraídas, poderosas, famintas, como lobas, como leoas, como tigres, como canguruas, como gatas. Muito relacionadas com as outras mamíferas de outras espécies no seu total apego à cria, descuidando o resto da comunidade, mas milimetricamente atentas às necessidades do recém-nascido.
Deleitadas com o milagre, tratando de reconhecer que fomos nós mesmas que o fizémos possível, e reencontrarmo-nos com o que há de sublime. É uma experiência mística se premitirmos que assim seja.
Isto é tudo o que necessita para poder dar de mamar a um filho. Nem métodos, nem horários, nem conselhos, nem relógios, nem cursos. Mas sim apoio, contenção e confiança dos outros (marido, rede de mulheres, sociedade, âmbito social) para ser uma mesma mais que nunca. Apenas a permissão para ser o que queremos ser, fazer o que queremos, e deixarmo-nos levar pela loucura do selvajem.
Isto é possível se se comprender que a psicologia feminina inclui este profundo apego à terra-mãe, que ser una com a natureza é intrínseco ao ser esencial da mulher, e que se este aspecto não se revela, a amamentação simplemente não fluie. Não somos assim tão diferentes dos rios, dos vulcões, dos bosques. Só é necessário preservá-los de ataques.
As mulheres que desejam amamentar têm o desafio de não se afastarem desmedidamente dos seus instintos selvagens. Sabemos racicionar, ler livros de puericultura e desta maneira perdemos o objectivo entre tantos conselhos supostamente “professionais”.
Há uma ideia que atravessa e desactiva a animalidade da amamentação, e é a insistência para que a mãe se separe do corpo do bebé. Contrariamente ao que se supõe, o bebé deveria ser carregado pela mãe todo o tempo, incluindo e sobretudo quando dorme. A separação física a que nos submetemos como díade entorpece a fluidez da amamentação. Os bebés ocidentais dormem no berço, no carrinho ou nas suas camas demasiadas horas. Esta conduta é simplesmente um atentado à amamentação. Porque dar de mamar é uma actividade corporal e energética constante. É como um rio que não pode parar de fluir: se é bloqueado, o seu caudal é desviado.
Dar de mamar é ter o bebé nos nossos braços, sempre que seja possível. É corpo, é silêncio, é conexão com o sub mundo invisível, é fusão emocional, é loucura.
Sim, há que ser um pouco louca para se conseguir ser mãe.
Laura Gutman
Autora Argentina de “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, “Puerperios y exploraciones del alma femenina” e “Crianza, violencias invisibles y adicciones”.
Tradução e adaptação de Luísa Condeço, autorizado pela autora.
A amamentação genuína é manifestação dos nossos aspectos mais terrenos, selvagens, filogenéticos. Para dar de mamar deveríamos passar quase todo o tempo nuas, sem largar a nossa cria, imersas num tempo fora do tempo, sem intelecto nem elaboração de pensamentos, sem necessidade de nos defendermos de nada nem de ninguém, mas apenas e unicamente desaparecidas num espaço imaginário e invisível para os outros.
Isto é dar de mamar. É deixar aflorar os nossos recantos ancestralmente esquecidos ou negados, os nossos instintos animais que surgem, sem imaginar que habitavam no nosso interior. É deixar-se levar pela surpresa de vermos lamber os nossos bebés, de cheirar a frescura do seu sangue, de alternar entre um corpo e o outro, de converter-se em corpo e fluido dançantes.
Dar de mamar é despojar-se das mentiras que contámos a nós mesmas toda a vida sobre quem somos ou quem deveríamos ser. É estar descontraídas, poderosas, famintas, como lobas, como leoas, como tigres, como canguruas, como gatas. Muito relacionadas com as outras mamíferas de outras espécies no seu total apego à cria, descuidando o resto da comunidade, mas milimetricamente atentas às necessidades do recém-nascido.
Deleitadas com o milagre, tratando de reconhecer que fomos nós mesmas que o fizémos possível, e reencontrarmo-nos com o que há de sublime. É uma experiência mística se premitirmos que assim seja.
Isto é tudo o que necessita para poder dar de mamar a um filho. Nem métodos, nem horários, nem conselhos, nem relógios, nem cursos. Mas sim apoio, contenção e confiança dos outros (marido, rede de mulheres, sociedade, âmbito social) para ser uma mesma mais que nunca. Apenas a permissão para ser o que queremos ser, fazer o que queremos, e deixarmo-nos levar pela loucura do selvajem.
Isto é possível se se comprender que a psicologia feminina inclui este profundo apego à terra-mãe, que ser una com a natureza é intrínseco ao ser esencial da mulher, e que se este aspecto não se revela, a amamentação simplemente não fluie. Não somos assim tão diferentes dos rios, dos vulcões, dos bosques. Só é necessário preservá-los de ataques.
As mulheres que desejam amamentar têm o desafio de não se afastarem desmedidamente dos seus instintos selvagens. Sabemos racicionar, ler livros de puericultura e desta maneira perdemos o objectivo entre tantos conselhos supostamente “professionais”.
Há uma ideia que atravessa e desactiva a animalidade da amamentação, e é a insistência para que a mãe se separe do corpo do bebé. Contrariamente ao que se supõe, o bebé deveria ser carregado pela mãe todo o tempo, incluindo e sobretudo quando dorme. A separação física a que nos submetemos como díade entorpece a fluidez da amamentação. Os bebés ocidentais dormem no berço, no carrinho ou nas suas camas demasiadas horas. Esta conduta é simplesmente um atentado à amamentação. Porque dar de mamar é uma actividade corporal e energética constante. É como um rio que não pode parar de fluir: se é bloqueado, o seu caudal é desviado.
Dar de mamar é ter o bebé nos nossos braços, sempre que seja possível. É corpo, é silêncio, é conexão com o sub mundo invisível, é fusão emocional, é loucura.
Sim, há que ser um pouco louca para se conseguir ser mãe.
Laura Gutman
Autora Argentina de “La Maternidad y el encuentro con la propia sombra”, “Puerperios y exploraciones del alma femenina” e “Crianza, violencias invisibles y adicciones”.
Tradução e adaptação de Luísa Condeço, autorizado pela autora.
sexta-feira, 19 de maio de 2006
Parto domiciliário

No próximo Domingo, dia 21 de Maio, sairá uma reportagem sobre o parto domiciliário no Diário de Notícias.
Contará com a participação, entre outros, da HumPar e das Doulas de Portugal.
O artigo é da autoria da jornalista Maria João Caetano a quem enviamos um abraço daqui.
A não perder!
(Foto de Anabela Oliveira)
terça-feira, 16 de maio de 2006
Tony Blair apoia o parto em casa!
O primeiro ministro da Grâ-Bretanha, Tony Blair, está a promover uma "mudança estratégica" na política de nascimentos fora do hospital, tendo delegado uma comissão para o estudo que suporte os partos domiciliários e que desafie o princípio de que os partos tenham que acontecer no hospital.
Aqui ficam os links para ler mais:
A Mother's Birthright
http://comment.independent.co.uk/leading_articles/article431957.ece
Home vs hospital: Where would you rather give birth to your baby?
http://news.independent.co.uk/uk/health_medical/article447772.ece
Childbirth Revolution: Mummy State
http://news.independent.co.uk/uk/health_medical/article448999.ece
http://www.nzherald.co.nz/section/story.cfm?c_id=2&ObjectID=10381854
Aqui ficam os links para ler mais:
A Mother's Birthright
http://comment.independent.co.uk/leading_articles/article431957.ece
Home vs hospital: Where would you rather give birth to your baby?
http://news.independent.co.uk/uk/health_medical/article447772.ece
Childbirth Revolution: Mummy State
http://news.independent.co.uk/uk/health_medical/article448999.ece
http://www.nzherald.co.nz/section/story.cfm?c_id=2&ObjectID=10381854
terça-feira, 9 de maio de 2006
As Doulas em Portugal...
Sairam nestes dias mais uns artigos sobre as Doulas em Portugal.
Um deles no Portugal Diário e o o outro no site da RTP.
Aqui ficam os links respectivos.
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?div_id=291&id=678317
http://www.rtp.pt/index.php?article=237260&visual=16
E também um abraço à jornalista Ana Clotilde Correia pelo seu profissionalismo e simpatia!
Um deles no Portugal Diário e o o outro no site da RTP.
Aqui ficam os links respectivos.
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?div_id=291&id=678317
http://www.rtp.pt/index.php?article=237260&visual=16
E também um abraço à jornalista Ana Clotilde Correia pelo seu profissionalismo e simpatia!
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